Blog da Márcia Guimarães

Filme dos Rolling Stones chega aos cinemas ingleses em Abril

Publicado em Sem categoria por Marcia Guimaraes em 30/01/2008

‘Shine a light’, de Martin Scorsese, tem estréia prevista para o dia 4 de Abril.
Longa documenta a turnê mais recente do grupo, ‘A bigger bang’.

Pilotado pelo diretor Martin Scorsese (de “Os infiltrados”, vencedor do Oscar de 2007), o filme “Shine a light”, que documenta a turnê mais recente dos Rolling Stones, já tem data para sair. O longa chegará às salas de cinema inglesas no dia 4 de abril.

“Shine a light” estava programado para estrear nas telonas do mundo inteiro – incluindo o Brasil – no dia 21 de setembro do ano passado.

Uma fonte próxima ao diretor, no entanto, disse que Scorsese achou a agenda apertada demais. Outro fator que influenciou na mudança da data é que a banda só vai terminar sua atual turnê pela Europa no final de agosto.

O porta-voz da Paramount disse à revista “Variety” que “abril é uma data melhor porque haverá mais tempo para a banda fazer a divulgação do lançamento”. “Temos um trailer e um pôster fantásticos”, acrescentou.

O vocalista do White Stripes, Jack White, e a cantora Christina Aguilera aparecem no filme. “Shine a light” é resultado de duas apresentações dos Stones no Beacon Theatre, em Nova York, no ano passado, como parte da turnê “A bigger bang” – a mesma que levou o grupo à praia de Copacabana no início de 2006.

Diversos momentos dos shows, além de detalhes dos bastidores, foram registrados por Scorsese, que dirigiu também “No direction home”, de Bob Dylan.

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Justiça vai investigar 25 ONGs

Publicado em Sem categoria por Marcia Guimaraes em 30/01/2008

Um levantamento da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) encaminhado ao Ministério da Justiça para amparar a operação de combate à biopirataria, compra ilegal de terras, interferência indevida em áreas indígenas e exploração de recursos minerais, lista pelo menos 25 organizações não-governamentais (ONGs) com atuação na Amazônia e que devem ser investigadas pela força tarefa criada pelo Ministério da Justiça. No grupo estão as entidades mais expressivas com atuação nas áreas indígenas e na defesa do meio ambiente. O relatório traz um cadastro completo das entidades, nome ou razão social, origem, sede, dirigentes, fontes de financiamento, área de atuação e as atividades desenvolvidas, mas deixa claro que nem todas exercem atividades suspeitas.

A força-tarefa coordenada pela Secretaria Nacional de Justiça vai identificar todas as entidades com o auxílio da Polícia Federal e de outros órgãos públicos federais, como Forças Armadas, Funai e Ibama, para separar as que realizam um trabalho social das que usam a defesa dos índios e do meio ambiente para praticar crimes contra a soberania do país e exploração de recursos naturais.

- Vamos despolitizar esse debate e separar o joio do trigo – , afirma o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior. Sua primeira tarefa, no entanto, será encontrar um consenso de atuação entre os órgãos públicos para definir a prioridade da força tarefa e separar as entidades sérias das suspeitas. Segundo ele, quem não se sujeitar ao controle governamental tem outros objetivos:

- Estará violando a soberania ou preocupado com as riquezas naturais do país – diz o secretário.

Na lista de 25 ONGs, a Abin aponta 13 com atuação em áreas indígenas e, entre elas, as suspeitas. As que mereceram maior atenção são entidades como a Amazon Conservation (ACT), de origem americana, que desenvolveu campanhas para compra de terras e é suspeita de biopirataria. Dados coletados pela Abin, a entidade repassaria conhecimentos indígenas sobre substâncias extraídas de plantas e animais a laboratórios estrangeiras ligados à produção de cosméticos e medicamentos. Grupos indígenas chegaram a acusar a ACT de não prestar contas e nem repassar recursos prometidos às aldeias.

Outra ONG com atuação na área, a amazonense Comissão Pró-Yanomami (CCPY), segundo as anotações da Abin, chegou a celebrar convênio com o laboratório americano Shaman Pharmaceuticals, sem o conhecimento da Funai ou da Fundação Nacional da Saúde (Funasa), para repassar conhecimentos tradicionais dos índios sobre medicina em troca de recursos, o que caracterizaria, segundo o governo amazonense, a prática de etnobiopirataria.

Epidemias

A ONG indigenista amazonense Conselho Indigenista do Vale do Javari (CIVAJA), é apontada pela Abin como suspeita por má gestão de recursos públicos repassados pela Funasa, o que teria alastrado epidemias entre os índios. A entidade não prestou contas dos recursos alegando que na região em que atua, a fronteira, não consegue notas fiscais ou recibos que comprovem gastos com alimentação e transporte fluvial às equipes.

A Coordenação da União dos Povos Indígenas de Rondônia, Noroeste do Mato Grosso e Sul do Amazonas (CUNPIR), embora se apresente como entidade que combate a exploração ilegal de diamantes na Reserva Roosevelt, em Rondônia, seria dona de equipamentos de garimpagem descobertos na mesma área dos Cinta-Larga, numa localidade conhecida por Igarapé Laje. A entidade é financiada por ONGs alemãs e tem parte de suas despesas bancadas pela WWF – Brasil.

Cosmovisão

Uma outra entidade de nome esquisito, a norte-americana Jovens Com Uma Missão (JOCUM), desenvolve trabalho evangélico junto a grupos que nunca haviam sido procurados por missionários e arranjou encrenca com a principal ONG indigenista brasileira, o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), ligado a igreja católica, e com a própria Funai. A JOCUM foi acusada de ameaçar a identidade das etnias e interferir na “cosmovisão” dos índios, introduzindo, através de rituais religiosos, entidades místicas estranhas à cultura dos índios Suruaha, no Amazonas.

A Missão Novas Tribos do Brasil (MNTB), seita de origem americana, é suspeita de usar o trabalho religioso como pretexto para destruir a cultura indígena, praticar a biopirataria, realizar prospecção ilícita do subsolo e contrabandear minerais de áreas indígenas. A MNTB atua em junto a mais de 40 etnias.

Entre as ONGs ambientalistas, um dos alvos certos da investigação é a inglesa Cool Earth, dirigida pelo milionário sueco Johan Eliasc, que oferece terras pela Internet no Amazonas, Mato Grosso e em determinadas regiões do Equador com o pretexto de arrecadar dinheiro para preservação de áreas “adotadas”. Eliasc é suspeito de ter utilizado laranjas para comprar cerca de 160 mil hectares no Amazonas e de estimular outros empresários ingleses a comprar terras na região sob o argumento de que a bandeira preservacionista é um bom negócio. Uma entidade brasileira, o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (IMAZON), premiada internacionalmente pelo trabalho de conservação, mas é citado no relatório por desenvolver projetos de pesquisas sobre desmatamentos financiados pelo governo e entidades filantrópicas americanas, utilizando imagens do satélite MODIS que pertence à NASA.

( Fonte JB Online e foi escrito por : Vasconcelo Quadros Brasília )

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Apple tem prejuízo de US$ 500 milhões com iPhone

Publicado em Internet por Marcia Guimaraes em 30/01/2008

De acordo com pesquisa, um em cada quatro aparelhos vendidos nos Estados Unidos foi desbloqueado de maneira não-autorizada.

De acordo com pesquisa realizada pela Bernstein Research, mais de um milhão de iPhones teriam sido destravados em 2007, número equivalente a 27% da venda total, o que causou à fabricante Apple uma perda avaliada em US$ 500 milhões. As informações são do Times Online.

O estudo revela ainda que aproximadamente 25% dos aparelhos vendidos nos Estados Unidos estariam sendo usados por meio de uma rede não autorizada, e não pela parceira exclusiva da Apple, a AT&T, fato que teve contribuição significativa para a redução no lucro da empresa. Em conseqüência disso, a Apple estaria perdendo uma parte das taxas mensais de faturamento.

Pelas contas da Bernstein Research, foram vendidos cerca de 3,75 milhões de iPhones no ano passado. Descontados os dois milhões de aparelhos que a AT&T declara ter ativado nos Estados Unidos, e com uma estimativa de 315 mil aparelhos vendidos na Europa até então, os analistas afirmam que cerca de 1,45 milhão de telefones estavam “desaparecidos” no fim de 2007.

O número de telefones desbloqueados é mais elevado do que uma estimativa feita anteriormente. Segundo esses cálculos, os aparelhos nessas condições seriam 750 mil. A Apple apenas informou que o dado é significativo, mas não fez maiores comentários.

( Recebido e conferido no Meio&Mensagem )

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Reunião dos Titãs e Paralamas do Sucesso rende CD e DVD

Publicado em Sem categoria por Marcia Guimaraes em 29/01/2008
Material será lançado no final de março pela gravadora EMI.
Samuel Rosa, Arnaldo Antunes e Andreas Kisser fazem participações.

A reunião dos integrantes atuais dos Titãs e dos Paralamas do Sucesso, em comemoração aos 25 anos de carreira das duas bandas, vai render aos fãs um CD e um DVD.

O material, programado para chegar às lojas no final de março pela EMI, é resultado de uma apresentação dos músicos na Marina da Glória no último sábado (26).

O show no Rio de Janeiro foi o quarto da turnê. Antes, os grupos passaram por Sorocaba, Belo Horizonte, Salvador e São Paulo.

A gravação do CD e do DVD contou com as participações de Samuel Rosa (em “Lourinha bombril” e “O beco”), Arnaldo Antunes (em “Comida” e “Lugar nenhum”) e Andreas Kisser ( em “Selvagem” e “Polícia”).

Clássicos de Titãs e Paralamas foram registrados em novas formações e arranjos: “Óculos”, “Diversão”, “Meu erro”, “Flores”, “Sonífera ilha”, “A novidade”, entre outros dos repertórios das duas bandas.

A turnê conjunta segue ainda para Porto Alegre, Florianópolis e outras capitais a serem anunciadas.

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Meu Nome Não É Johnny – mais de 1 milhão de espectadores

Publicado em Sem categoria por Marcia Guimaraes em 29/01/2008

“Meu nome não é Johnny, meu nome é João. Não sou bandido, não sou nenhum Pablo Escobar, não tenho quadrilha, não tenho fortaleza, não tenho dinheiro na Suíça. Se eu fosse tão poderoso assim, minha família não ia estar vendendo o único imóvel para pagar a minha defesa. Eu usava droga, vendia, ia usando, ia vendendo…”

Está consolidado o primeiro sucesso de público do cinema nacional em 2008. Depois de bons números em três semanas e meia em cartaz, “Meu Nome Não É Johnny” ultrapassou ontem à noite a marca de 1 milhão de espectadores no país e entrou para um grupo bem restrito. No ano passado, por exemplo, apenas três longas brasileiros atraíram mais de 1 milhão de pessoas aos cinemas: “Tropa de Elite”, “A Grande Família, o Filme” e “Xuxa Gêmeas”.

Como ainda está em cartaz em mais de 170 salas do país, o filme estrelado por Selton Mello tem boas chances de repetir (ou superar) o desempenho de “Tropa”, que fez 2,4 milhões ao longo de três meses. De quebra, o sucesso do filme catapultou as vendas do livro homônimo de Guilherme Fiúza, que entrou para as listas de mais vendidos.

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O Livro tem Futuro ?

Publicado em Generalidades por Marcia Guimaraes em 28/01/2008

“Ninguém vai se sentar e ler um romance em uma telinha flexível. Nunca.” A escritora Annie Proulx, vencedora do prêmio Pulitzer, escreveu essas palavras no jornal “The New York Times” há mais de uma década. Talvez ela tivesse uma opinião diferente se conhecesse o Kindle (pronúncia: “quíndol”), aparelho para leitura de livros eletrônicos lançado em novembro pela livraria virtual Amazon. Para convencer mesmo os mais relutantes, o Kindle usa e-ink, uma tinta eletrônica que não cansa os olhos e o download direto de um acervo gigante de livros – sempre mais baratos que na versão em papel.