Mudanças ortográficas
Agora, em janeiro de 2009, entrarão em vigor as novas regras ortográficas da Língua Portuguesa. Segundo decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, até 2012 valerão as duas formas de escrever: a antiga e a nova.
A maioria dos veículos impressos adota a nova ortografia a partir de 1º de janeiro. Entre as mudanças mais significativas estão novas regras de acentuação e extinção do uso do trema. No Brasil, as alterações atingem cerca de 0,5% das palavras. Nos demais países que aderiram ao acordo, o percentual é de 1,6%. Embora o data-limite para editoras iniciarem as revisões seja 1º de janeiro de 2010, alguns alunos da rede pública poderão receber livros atualizados já no próximo ano letivo. Estes livros, segundo o diretor de Ações Educacionais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Rafael Torino, serão identificados por um selo do Ministério da Educação (MEC). “A implantação do acordo tem início em janeiro de 2010, mas será feita de modo gradual. Primeiro serão obrigatórias as adaptações em livros do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental”. Em 1º de janeiro de 2011 terão de estar revisados os livros do 6º ao 9º. Já o prazo para os livros do Ensino Médio é 1º de janeiro de 2012. O objetivo da reforma ortográfica é unificar o registro escrito nos oito países que falam Português: Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, Brasil e Portugal.
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Jornalismo é mais que 140 caracteres
Em tempos de catástrofe – Santa Catarina, Mumbai – a utilização maciça da internet para alertar, informar e mobilizar, influindo no curso dos acontecimentos a ponto de salvar vidas, dá a impressão de que, comparada com os novos recursos da comunicação instantânea, suscinta, de livre acesso e infinitas mãos de direção, a chamada imprensa convencional é uma anciã entrevada.
O problema é que essa comparação peca pela base. Em papel ou na tela, o jornalismo de fato não dá para a saída em matéria dos atributos que fizeram do Twitter, por exemplo, a mais recente sensação das redes sociais virtuais, explorando a plataforma que já passou à frente do computador: o celular.
Nos atentados em Mumbai, mensagens via Twitter – de até 140 caracteres cada – seguiam à razão de uma por segundo [segundo uma reportagem do New York Times, que no entanto não esclarece como se chegou a esse número].
Mas o jornalismo não pode ser avaliado por sua capacidade de enviar mensagens urgentes de 140 caracteres. Se, nessas horas, diz ou não diz a que vem, será por ter estado, ou não, à altura do que dele é justo esperar.
Quando se fala em jornalismo, aqui, fala-se ainda, em primeiro lugar, do jornalismo escrito, alcance ele o público pelo meio que for.
Isso porque, embora a TV possa mostrar as coisas “como as coisas são”, enquanto ocorrem – com todo o seu inseparável componente de espetáculo, quando não de espetáculo pelo espetáculo -, a imprensa escrita continua imbatível como sistema de produção e transmissão de informações articuladas, a partir das quais o leitor pode ter uma noção, caso a caso, de como funciona o mundo.
Não em 140 caracteres, naturalmente.
Dito de outro modo, trata-se de dois serviços distintos de utilidade pública. Um, prestado por legiões de pessoas agindo por iniciativa própria ou reagindo espontaneamente a iniciativas alheias. Outro, prestado por organizações criadas para vender notícias – e, infelizmente, cada vez mais, para vender essa lavagem chamada entretenimento de massa.
O Twitter, ou coisa do gênero, é uma forma escandalosamente superior de fazer circular aos quatro ventos, entre outras coisas, fatos que os emissores e receptores (cujos papéis são intercambiáveis) consideram essenciais em dada circunstância.
Por exemplo, no caso dos atentados terroristas em Mumbai, os endereços de hospitais para doação de sangue. É o que faz o bom e velho rádio, mas deixando o registro por escrito em alguns centímetros quadrados na palma da mão das pessoas.
Quanto mais esse tipo de recurso se propagar, levando a patamares inimagináveis há poucos anos o fluxo e a amplitude da informação tópica, pontual – de varejo, em suma, por importante que seja para os interessados – mais a imprensa terá de oferecer o que está além do alcance dos Twitters deste mundo: a informação no atacado.
Com isso se quer repetir, com sintonia ainda mais fina, o que se passou a cobrar do jornalismo impresso quando a televisão se instalou como o meio por excelência de difusão de notícias em escala global: perspectiva, ou, com perdão da má palavra, contextualização.
E com isso se quer dizer informações não apenas certificadas – o calcanhares de Aquiles do reportariado amador, também conhecido como jornalista-cidadão – mas articuladas entre si e, eventualmente, com as que digam respeito a situações, processos e protagonistas, presentes e passados, de esferas diferentes daquelas que são o objeto direto de cada cobertura.
Certa vez, Cláudio Abramo, um dos maiores jornalistas de sua geração, mesmo pelos padrões internacionais mais exigentes, dizia, brincando, que o jornal de seus sonhos seria aquele que traria uma única notícia. Ou seja, o produto de um jornalismo capaz de integrar todas as matérias de que se ocupasse a cada dia.
Quanto menos distante dessa fantasia ficar um jornal ou uma revista – aliás, os semanários nasceram com uma preocupação aparentada a essa: além de resumir a semana, articular os eventos que se prestassem a isso de forma a “separar aquilo que é notícia daquilo que só é barulho”, como dizia um anúncio da Time [em inglês soa melhor: "what makes news from what just makes noise"].
Vai sem dizer que isso não pode se dar às custas ou à desconsideração de tudo mais que o periódico deve entregar ao leitor em troca do seu dinheiro: clareza, leveza (não confundir, pelo amor do que se queira, com ligeireza), brevidade, diversidade de focos e pontos de vista, atratividade – e “humanidade”.
É secundário, a rigor, se a mídia convencional ficou ou não a reboque de uma legião de não-jornalistas com seus celulares, informando o mundo do que se passava ali onde os repórteres profissionais não conseguiam chegar, ou não chegaram a tempo, em Mumbai ou em Blumenau.
A pergunta é: as organizações jornalísticas foram ou não capazes, lá e cá, de dar uma visão dos fatos (ou mais de uma) que fizesse sentido, porque escorada em apurações exaustivas e não restrita ao imediatismo das situações?
Escreveu-se no parágrafo anterior “organizações” de propósito. Pois é esse sistema – o modo de produção da notícia, a partir de redações estruturadas e de procedimentos padronizados – que dá a um jornal ou revista as condições necessárias, ainda que não suficientes, para que faça o que se propõe.
E é o que os diferencia de tantas quantas redes informais de coletores de informação surjam quando algo motiva os seus membros – com os quais, diga-se desde logo, os jornalistas terão de interagir cada vez mais e sem preconceitos.
Quando o jornalismo organizado não funciona, a culpa não é de ser organizado, mas da mutilação das redações – que representam a encarnação desse conceito – perpetrado pelos mãos-de-tesoura das empresas jornalísticas.
E aí se cai no pior dos mundos possíveis – em que a imprensa perde em agilidade para os twitteiros e blogueiros, e ao mesmo tempo, por falta de estrutura, recursos e qualidade de suas equipes, perde em aptidão para fazer o que não está ao alcance daqueles: montar o quebra-cabeça dos acontecimentos do dia-a-dia.
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Por Luiz Weis.
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Ser jornalista é profissão “perigo” no México
O México é o lugar mais perigoso da América Latina para se praticar o jornalismo, sobretudo quando se trata de cobrir a “guerra” entre as autoridades e os narcotraficantes. O Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ), uma organização não-governamental baseada em Nova York, contabiliza 24 assassinatos ligados ao exercício da profissão desde 2000, mais sete desaparecimentos nos últimos três anos. A Federação Internacional dos Jornalistas lembra que dos 300 profissionais de mídia mortos no mundo nos últimos dez anos, 25% são mexicanos. “Com o Iraque, o Afeganistão e o Paquistão, o México é um dos países mais arriscados para um jornalista crítico”, declarou o célebre jornalista alemão Günter Wallraff, em uma mesa-redonda organizada no final de novembro na Feira Internacional do Livro de Guadalajara. A mexicana Alma Guillermoprieto, que cobriu as guerras civis da América Central para mídias britânicas e americanas, deu em Guadalajara uma conferência intitulada “Como ser jornalista e não morrer”, salientando os perigos próprios à situação do México: “Um jornalista que trata do tráfico de drogas se atira em um túnel escuro, onde os tiros podem vir a qualquer momento e de qualquer lugar”. Esse balanço é contestado pelo procurador federal encarregado dos crimes contra jornalistas, Octavio Orellana. Recentemente ele garantiu que apenas três vítimas foram mortas por causa da profissão e que as outras encontraram a morte por motivos semelhantes “aos que afetam todos os mexicanos” – acidente, bala perdida durante um confronto entre bandidos ou suicídio. E com freqüência não eram verdadeiros jornalistas, ele acrescenta. Orellana recebeu uma réplica ferina por parte do responsável da CPJ para as Américas, Carlos Lauria: “Esses números evocam mais uma zona de conflito do que um país democrático”, ele afirmou, lembrando que dos 24 assassinatos registrados pela CPJ somente um foi solucionado pela justiça. A polêmica ocorre após o assassinato a tiros de Armando Rodríguez em 13 de novembro em Ciudad Juárez: ele era o especialista em assuntos criminais no “El Diario”, principal jornal dessa cidade fronteiriça com o Texas, onde se lamentam desde janeiro mais de 1.300 mortes violentas causadas pelos cartéis da droga. Em 6 de novembro, uma cabeça humana cortada foi depositada em Ciudad Juárez na “praça dos Jornalistas”, ao pé de um monumento dedicado à “liberdade de expressão”, onde estão inscritos os nomes de profissionais da mídia assassinados. O assassinato de Armando Rodríguez, seguido de um atentado contra um jornal de Culiacan, capital do estado de Sinaloa (noroeste) e outro campo de batalha dos cartéis, causou um choque no seio de uma profissão já habituada ao pior. “É sem dúvida exagero colocar o México no mesmo plano que o Iraque”, admite Adriana Valasis, jornalista da rede de TV Azteca. “Mas esse novo crime provocou um debate na Internet entre colegas dos grandes jornais mexicanos, para tentar definir uma posição comum.” Com dezenas de outros jornalistas, a jovem assinou uma petição lançada pelo grupo “Periodistas de a pie” (Jornalistas em campo): “As autoridades devem mostrar seu envolvimento pela liberdade de expressão e o direito à informação”. Em várias regiões, sobretudo no norte, essa liberdade fundamental é constantemente sufocada. Em Tijuana, às portas da Califórnia, alguns repórteres não saem mais sem colete à prova de balas e se contentam em dar uma informação mínima. Em Nuevo Laredo, a mesma reserva depois que o jornal “El Mañana” foi atacado a metralhadora e a granada em 2006. No nordeste, feudo do cartel do Golfo, os “narcos” telefonam sem medo para as redações: “As ‘pessoas’ da organização criminosa não querem que vocês publiquem tal nome ou tal foto”. Em Ciudad Juárez, nove jornalistas receberam ameaças do crime organizado, contra eles ou suas famílias. Dois preferiram recentemente exilar-se nos EUA. “O pior é a indiferença institucional a tudo isso”, diz ao “Monde” Gerardo Priego, deputado do Partido da Ação Nacional (PAN, de direita), a formação presidencial. “O assassinato de Rodríguez poderia ter sido evitado com medidas de proteção aos jornalistas mais expostos”, ele afirma. “Não compreendem que o jornalista cria um bem de interesse público, que é a informação.” Presidente da comissão parlamentar que acompanha as agressões contra jornalistas, Priego, quer aprovar uma lei que qualifica os ataques contra veículos de mídia de delito federal. Segundo ele, ocorrem cerca de dez ataques por mês contra a imprensa no México, que vão da escuta telefônica ilegal ao ataque físico. “E em quatro casos sobre dez eles vêm de autoridades locais ou do governo, sem falar na utilização da publicidade oficial para recompensar as mídias dóceis ou, ao contrário, castigar as outras, salienta.
Texto de Joëlle Stolz com tradução de Luiz Roberto M. Gonçalves.
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Marx, Marx & Marx
O arcebispo católico de Munique, Reinhard Marx, lançou há pouco um livro intitulado “O Capital”. A capa contém as mesmas cores e fontes gráficas da primeira edição de “O Capital”, de Karl Marx, publicada em Hamburgo, em 1867.
“Marx não está morto e é preciso levá-lo a sério”, disse o prelado por ocasião do lançamento da obra. “Há que se confrontar com a obra de Karl Marx, que nos ajuda a entender as teorias da acumulação capitalista e o mercantilismo. Isso não significa deixar-se atrair pelas aberrações e atrocidades cometidas em seu nome no século XX”.
O autor do novo “O Capital” qualifica de “sociais-éticos” os princípios defendidos em seu livro, critica o capitalismo neoliberal, qualifica a especulação de “selvagem” e “pecado”, e advoga que a economia precisa ser redesenhada segundo normas éticas de uma nova ordem econômica e política.
“As regras do jogo devem ter qualidade ética. Nesse sentido, a doutrina social da Igreja é crítica frente ao capitalismo”, afirma o arcebispo. E acrescenta: “Um capitalismo sem marco regulatório é hostil às pessoas”.
O religioso reflete bem a posição oficial da Igreja Católica perante o capitalismo: criticam-se seus “abusos”, como se esses não fizessem parte de sua própria essência, baseada na acumulação privada da riqueza.
E quem haverá de pôr o guizo no pescoço do gato? O Estado capitalista é capaz de exercer a função de “marco regulatório” e impor limites à especulação e à exploração? Se um governo democrático-popular o faz, como ocorre hoje em países da América do Sul, desencadeia-se a grita geral de que é “populista” e “totalitário”.
O livro se inicia com uma carta de Reinhard Marx a Karl Marx, a quem chama de “querido homônimo”, falecido em 1883. Roga-lhe reconhecer agora seu equívoco quanto à inexistência de Deus. O que sugere, nas entrelinhas, que o religioso admite que o autor do “Manifesto Comunista” se encontra entre os que, do outro lado da vida, desfrutam da visão beatífica de Deus.
O lançamento da obra coincide com a turbulência financeira que, de certa forma, confirma as teorias de Karl Marx quanto às crises cíclicas do capitalismo. Contudo, o arcebispo ressalta que seu homônimo acertou muito pouco em suas previsões revolucionárias, como o surgimento do socialismo em países de avançado desenvolvimento capitalista. O que se viu foi o contrário, o socialismo florescer primeiro num país semi-feudal como a Rússia.
Falta ao livro explicar por que a Igreja Católica da Alemanha jamais excomungou Hitler, que se dizia católico, e também se equivocou ao aplicar boa parte de seus fundos no banco Lehman Brothers, cuja falência confirma, sim, as previsões do velho Marx.
Tudo indica que a obra de monsenhor Reinhard fomentará um novo interesse pelas do seu homônimo, assim como nas décadas de 1960 e 1970 muitos jovens, encantados em abraçar o marxismo, foram aprendê-lo no livro “O pensamento de Karl Marx”, escrito, para refutá-lo, pelo jesuíta Jean-Yves Calvez. Sua edição portuguesa, em dois tomos, era disputadíssima em meus tempos de prisão sob a ditadura militar.
Entre um Marx e outro convém não esquecer de um terceiro que figura entre os dois: Groucho Marx. Em matéria de concepções materialistas o humorista estadunidense não merece reparos: “Há coisas mais importantes que o dinheiro, mas… custam tanto!”
Que o digam aqueles que, ao ocuparem funções de poder, abandonaram suas antigas concepções socialistas e, hoje, liberam R$ 8 bilhões (metade a União, metade o governo de São Paulo) para salvar da crise a indústria automobilística instalada no Brasil. Por que não destinar tais recursos à ampliação do metrô, que favorece a coletividade?
Só mesmo Groucho Marx para explicar: “Estes são meus princípios; se você não gosta deles, eu tenho outros”.
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Escrito por Frei Betto - escritor, autor de “Calendário do Poder” (Rocco), entre outros livros.

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Encontro sobre Comunicação Empresarial na ABERJE
Quero tecer alguns comentários sobre o 1ª Congresso de Comunicação Empresarial da Aberje, na Casa Fiat de Cultura. A intenção neste post é compartilhar com os leitores alguns pontos importantes de forma resumida.
O evento foi divido em 3 segmentos: Comunicação com o Público Interno (cases da Novelis do Brasil e Usiminas), Comunicação e Cultura (Casa Fiat de Cultura, Usiminas e V&M do Brasil), Branding e Comunicação de Marca (Vale, Unimed e Iveco) e Relacionamento com a Comunidade (Anglo Ferrous – antiga MMX e Cemig).
Aprendi e concluo que a partir dos cases e projetos apresentados todos foram vitoriosos nas suas propostas.
Por exemplo: Comunicação interna em tempos de crise ou de mudanças, deve-se buscar o diálogo e preocupar-se sempre a comunicação face-a-face (Comunicação Dirigida), a fim de mostrar proximidade com o público interno e estar sempre alinhado com o RH. Na Comunicação e Cultura: as empresas investem neste segmento como estratégia de aproximação com a comunidade e valorização da cultura. Dessa forma, conseguem transmitir os valores de suas marcas e aproximar públicos (por atitude) à identidade das empresas. Além disso, traz retorno e visibilidade a instituição devido ao reconhecimento da marca (Marketing Institucional). Assim, como nos projetos culturais, os sociais também buscar estreitar relacionamento com a comunidade. Branding e Comunicação de Marca: a importância de transmitir para os stakeholders os conceitos e valores da marca da empresa, principalmente na hora de buscar um posicionamento. Para isso, a padronização da identidade visual é fundamental. Os públicos precisam identificar quem é a empresa pela sua marca. E para fortalecê-la é necessário um trabalho de ampla exposição. Relacionamento com a Comunidade: deve ser focado no público-alvo, se possível com ações personalizadas. Mostrar proximidade sempre e dar espaço ao diálogo com a comunidade. Levar benefícios e mostrar parceria com esse público.
Em resumo, é isso !
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Publico aqui as impressões sobre o Evento da ABERJE.
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