Que Google, que nada !
Novo mecanismo de busca, fuça nas entranhas da Internet
Quem nunca ouviu boatos de que uma nova ferramenta de busca irá desbancar a hegemonia do Google ? Calma ! Este post não irá te surpreender, embora esta deveria ser a minha intenção. Temos agora o DeepDyve, suposto concorrente só que com o lastro da Mountain View, e com ele estão alguns dos geniais cientistas da atualidade : mentes brilhantes que fazem parte do Projeto Genoma Humano.
A iniciativa aproveita técnicas utilizadas para fazer o mapa genético dos seres humanos e, permite que o usuário encontre páginas não relacionadas nos outros buscadores. Como a maioria do serviços mostram o resultado da pesquisa baseando-se no trafégo dos sites mais populares, há muito conteúdo que acaba ficando esquecido. Conforme recente estudo realizado na Universidade de Berkeley, existem cerca de aproximadamente 91000 TB “ocultos” nas partes mais profundas da web e é esta faixa que o serviço pretende trazer aos usuários. A possibilidade de fuçar nas profundezas da rede.
A principal inovação do DeepDyve é a de possibilitar a utilização deste motor de buscas com sentenças inteiras (se desejar, com até 25 mil caracteres) a qual o Google se limita apenas a encontrar até 32 palavras.
Considerando-se que este novo site está mantendo sua principal convergência em assuntos específicos como : saúde, física e ciências de um modo geral, e mesmo sendo de uso ainda limitado, fica evidente que ele não pretende destronar o maior mecanismo utilizado em todo o mundo, mas não deixa de ser mais uma importante iniciativa a caminho favorecendo a todos nós, usuários de pesquisas
na internet.
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Pesquise nos sites :
| http://www.deepdyve.com |
| http://www.genome.gov |
| http://www2.sims.berkeley.edu/research/projects/how-much-info-2003 |

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
Ambientalistas criticam conceito de desenvolvimento sustentado
A professora de sociologia e antropologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Andréa Zhouri, disse hoje que “não se pode falar em desenvolvimento sustentado apenas do ponto de vista do crescimento econômico, sem a respectiva preocupação com a proteção ambiental e com a igualdade social”. Segundo ela, o que se pratica hoje é o conceito de “desenvolvimento a qualquer custo”, por imposição da força econômica.
Andréa Zhouri coordenou nesta semana, em Belo Horizonte, o 1º Seminário Nacional sobre Desenvolvimento e Conflitos Ambientais. Segundo ela, durante o encontro, pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento humano debateram, “de forma crítica e inovadora”, o conceito de desenvolvimento sustentável.
Em entrevista Agência Brasil, ela afirmou que a exploração econômica, como se dá atualmente, “não tem favorecido as populações mais fragilizadas, que não têm sequer o direito de decidir seus próprios destinos”. Citou, principalmente, as comunidades rurais, indígenas, ribeirinhas e quilombolas, que são as mais afetadas nos conflitos ambientais e “pagam custo social muito alto”.
Como exemplos de desrespeito ao meio ambiente, a professora enumerou a criação de camarão em cativeiro (carcinocultura), que prejudica seriamente os manguezais do Nordeste e tira o sustento das comunidades que vivem da pesca de caranguejo; a política agroenergética do governo, que estimula monoculturas de cana-de-açúcar e eucalipto; bem como a construção de grandes represas para produção de energia elétrica, que obriga o deslocamento de comunidades inteiras do seu habitat natural.
Andréa Zhouri lembrou, entre os debates feitos atualmente nesse sentido, a transposição das águas do Rio São Francisco para perenizar rios do Nordeste. Para ela, a transposição vai atender projetos do agronegócio, e “as populações mais pobres não serão beneficiadas”.
Durante o seminário na capital mineira, foram discutidas ainda questões como poluição industrial e uso de agrotóxicos que, na opinião da professora, têm se constituído em graves problemas de saúde para as populações. Outro tema foi o das usinas de produção de álcool no interior de São Paulo, que provocam nuvens de fuligem, decorrentes da queima de cana-de-açúcar, e dão exemplo de desenvolvimento econômico predatório.
Andréa Zhouri disse que o próximo seminário nacional para dar sequência a essas discussões será realizado em Fortaleza, em 2010.
Às vésperas de comemorar 10 anos de renascimento, a Apple é acusada de plagiar produtos alemães dos anos 1960
Mera coincidência?
Às vésperas de comemorar 10 anos de renascimento, a Apple é acusada de plagiar produtos alemães dos anos 1960
Para muitos, a Apple é uma empresa como qualquer outra, fabricante dos estilosos computadores Mac, do onipresente iPod e do supercelular iPhone. Mas no universo paralelo dos geeks, a empresa de Steve Jobs invariavelmente desperta amor ou ódio. Os que têm a segunda reação agora ganharam mais argumentos. Estão bombando na internet comparações entre o design da californiana Apple e os da alemã Braun, que era vanguarda industrial nos anos 1950 e 1960. A semelhança, que você pode conferir aí embaixo, jogou água no chope das comemorações dos dez anos do iMac, computador de cores cítricas que tirou a Apple do buraco em 1998.
Jonathan Ive, designer do iMac e de todos os sucessos que o sucederam, admite publicamente ser um discípulo de Dieter Rams, a lenda por trás das famosas criações da Braun – muitas delas presentes no Museu de Arte Moderna de Nova York. Além da estética, abraçou a filosofia de Dieter, um obcecado por sutileza, simplicidade e funcionalidade. Verdade seja dita: é comum designers usarem como referência o trabalho dos seus antecessores. O problema é que para a Apple, que posa sempre como se estivesse duas curvas à frente, pega mal se inspirar em modelos de rádio, toca-discos e alto-falantes de tanto tempo atrás.
Antes fossem só as acusações de plágio. Devido às vendas abaixo do esperado, a empresa foi forçada a reduzir o preço do iPhone (de U$ 599 para U$ 399). O novo sistema operacional do Mac, o Leopard, vem sendo criticado, e as ações tiveram queda de 16% no final de janeiro. Em compensação, seu novo notebook, MacBook Air, finíssimo e levíssimo, deixou todo mundo babando. Até agora, sem comparações.
( Publicado aqui no meu Blog, mas a matéria é de Emiliano Urbim da Revista Galileu )
Em um ano, número de internautas residenciais cresce 50% no Brasil
Número de pessoas que acessam a web de casa supera os 21 milhões.
Trata-se do maior aumento entre os dez países onde foi realizada a pesquisa.
O Brasil teve em janeiro um crescimento de 50 por cento no número de internautas residenciais ativos em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando 21,1 milhões, afirmou nesta sexta-feira (22) a empresa de pesquisa IBOPE/NetRatings.
“Desde 2004 não se registrava um crescimento percentual tão grande. Nos últimos meses, desde setembro, estamos vendo aumentos consideráveis, acima dos 45 por cento”, afirmou à Reuters o analista de mídia José Calazans, da empresa de pesquisa.Apesar de evitar fazer projeções para a evolução do mercado durante o ano, Calazans pondera que “não há porque haver uma diminuição no crescimento neste momento. O Brasil ainda tem um espaço muito grande para crescer”. Segundo ele, a classe C, formada por pessoas que estão comprando seu primeiro computador, é a que vem apresentando o maior crescimento entre a massa de internautas do país.
Primeiro lugar
O ganho de 7,1 milhões de internautas residenciais ativos, aqueles que navegaram pela Web em casa pelo menos uma vez no mês, representa o maior crescimento entre os dez países medidos com a mesma metodologia.
Quem mais se aproximou do crescimento brasileiro foram os Estados Unidos, com ganho de 4 milhões, e a França, que ganhou 3,2 milhões de usuários ativos de Internet domiciliar entre janeiro de 2007 e janeiro de 2008, segundo a empresa de pesquisa.Com 23 horas e 12 minutos por pessoa no mês, o Brasil também continuou liderando em tempo médio de navegação, à frente da França, que marcou 21 horas e 38 minutos, dos Estados Unidos, que cravou 20 horas e 39 minutos, e da Austrália, que registrou 19 horas e 13 minutos em janeiro.Em termos gerais e com base em números do terceiro trimestre, o Brasil possui 39 milhões de pessoas com 16 anos ou mais de idade com acesso à Internet em qualquer ambiente como em casa, trabalho, escolas e telecentros. Em 2006, o total era de 32,2 milhões, disse Calazans. Os dados do último trimestre de 2007 serão compilados nos próximos dias, informou.Na terça-feira, a empresa de pesquisa de mercado IDC divulgou que o Brasil avançou em 2007 no ranking mundial de vendas de PCs, passando da sétima para quinta posição. Cerca de 10,7 milhões de computadores foram vendidos no ano passado, 38 por cento acima do registrado em 2006.
( Matéria publicada no portal da Globo Online )
Após ‘não’ do Yahoo, Microsoft enfrenta reestruturação
Diversos executivos mudaram de cargo e foram promovidos.
Reestruturação sugere preparação, caso empresa faça acordo com Yahoo.
Brian McAndrews, antigo presidente-executivo da aQuantive, uma empresa de publicidade digital adquirida pela Microsoft no ano passado, assumirá maiores responsabilidades na divisão de serviços on-line do grupo, entre as quais boa parte das funções do presidente da divisão, Steve Berkowitz, que deixará a empresa em agosto, anunciou o grupo em comunicado.
Embora a empresa tenha também promovido dois outros executivos a posto de comando na divisão, a reestruturação sugere para alguns que McAndrews, 47, provavelmente ocuparia um posto de comando na combinação entre a Microsoft e o Yahoo, caso este aceite a oferta de US$ 41,8 bilhões da Microsoft.
“Se alguém é capaz de resolver os problemas do serviço on-line da Microsoft, é McAndrews”, disse Matt Rosoff, analista da Directions on Microsoft, uma empresa independente. “Ele é a pessoa que tem mais experiência em publicidade, e a empresa dependerá pesadamente de seu trabalho.”
Um porta-voz da Microsoft afirmou que as mudanças não estão relacionadas às negociações com o Yahoo, apontando que sete outros executivos também forma promovidos a vice-presidências.
McAndrews, antigo executivo da rede de televisão ABC, deve desempenhar papel central na integração da plataforma de publicidade Yahoo à da Microsoft, e na criação de uma potência na publicidade on-line que consiga concorrer com o Google. Ele comandou a aQuantive por sete anos, desenvolvendo relacionamentos com agências de publicidade, anunciantes e empresas de internet.
A proposta, composta metade em dinheiro e metade em ações, foi feita em 1º de fevereiro. Quando foi anunciada, ela equivalia a US$ 44,6 bilhões de dólares. Desde então as ações da Microsoft caíram, reduzindo também o valor da oferta. O Yahoo rejeitou, alegando que a proposta subestima o valor da empresa. A Microsoft alega que a oferta é “completa e justa”, mas os analistas esperam que ela eleve o preço para garantir o negócio.
( Publicado aqui no meu Blog, da Reuters, a matéria está disponível no portal de notícias da Globo.com )
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